Philadelphia’s Hite Seeking an End to Teacher Seniority
Philadelphia school superintendent William R. Hite Jr. knows all about controversy. Since taking... Read More
As part of the new free school policy in the UK, the country is set to see an influx of institutions opened with a Sikh ethos.
Under the UK government’s new free school policy that allows parents, charity organizations and faith groups to run institutions using public money, more schools with a Sikh ethos are scheduled to open.
The law allows religious minorities to launch institutes catering to their faith and cultural beliefs, and while they are funded directly by the government, free schools do not have to follow the national curriculum, but must provide a broad and balanced education, reports the Times of India.
These kinds of multi-faith schools already exist in the UK. However, the National Union of Teachers criticized the government policy, saying that it is like to “fuel social segregation and undermine local democracy.”
The most recent Sikh free school to be opened in the country was the Nishkam Primary School launched by the Nishkam School Trust in Birmingham. While the school was opened in September 2011, a secondary section of the Nishkam School is scheduled to open later this year.
The government is being lobbied by the large Leicester Sikh population and community leaders, who want to see more free schools set up in the city. They are in talks with local authorities over where it could be located.
Indy Panesar, president of Ramgarhia Sikh Temple in Leicester, said:
“Many parents have approached us for setting up schools and after consultations with them and seeing that there’s a demand, we have put together a business case for the government to look at.
“There is a sizeable Sikh community in Leicester and parents would like the option of sending their child to a school which has a background in the faith. So, after considering it for some time, we have decided to go ahead with this application.”
The school will be launched for Fall 2013.
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Comments
I don’t have a problem with free schools in general, but the fact that they don’t have to follow the national cirriculum while still being funded by the government always bothered me. This system isn’t set up to create better schools, because there’s no way to measure their success properly. It’s like the government is afraid of them failing and has set up an uneven playing field with other state schools.
Sean, do you know how the admissions in such schools work? Are only Sikhs allowed to enroll?
This is the same problem as with charter schools in the U.S. Although the separation of state and religion isn’t as strict in the U.K. as it is in the U.S. still government money shouldn’t be going to religious institutions at the expense of secular ones.
UMA BREVE HISTÓRIA DO SIKHISMO Assim como o desenvolvimento do homem após 200 mil anos passaria pela revolução agrícola, uma religião prática como o Sikhismo (Betrand Russel) teria, após 1499, a necessidade de que sua sociedade se estabelece em conformidade com o que produzissem (é a necessidade de trabalho honesto, citada mais adiante], posto que dar-lhes-ia auto-suficiência: “A devoção popular [...], tudo isso muito terra-a-terra, destinado a conseguir auxílio imediato para as dificuldades quotidianas, a preservar o gado e a próxima colheita, a tomar menos penosas ou menos inquietantes as etapas da existência humana, desde as dores do parto até os pavores da morte”. [CROUZET, Maurice. História Geral das Civilizações. O Oriente e a Grécia Antiga. O Homem no Oriente Próximo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1993 pp.:208-209] INTRODUÇÃO: O sikhismo ou siquismo é uma religião monoteísta [conquanto os sikhs chamariam-na de filosofia, posto que "religião" teria mais um cunho ocidental] fundada em fins do século XV no Punjab (região dividida entre o Paquistão e a Índia) pelo Guru Nanak (1469-1539). Habitualmente retratado como o resultado de um sincretismo entre elementos do hinduísmo e do Islam, ou islamismo (o sufismo.) A doutrina sikh apresenta, contudo, elementos de “originalidade” que obrigam a um repensar desta visão redutora. Passa, ao longo dos séculos subseqüentes à sua emancipação, a fornecer novos elementos culturais, políticos e religiosos, sob influência do meio: há sikhs que despontam como astros do esporte, do cinema, da moda, etc., graçàs à presença do “colonizador” ânglo-europeu de hoje ou de antes [Inglaterra, séc. XIX], ou da mídia e Internet em nossos dias. ENSINAMENTOS DO SIQUISMO “Guru Nanak [...] appreciated the sikh belief about how his spirit was transmitted to his successors from one generation to the next and how they were not to be distinguished apart from him”. [Harbans Singh;1969,17] A Reencarnação é considerada no Sikhismo, enquanto os ensinamentos doutrinários, passam de geração em geração, conforme acima citado. O termo sikh significa em língua punjabi [esta, em referência ao Punjab, região ao norte da India] “discípulo forte e tenaz”. A doutrina básica do sikhismo consiste na crença em um único deus [Waheguru] e nos ensinamentos dos Dez Gurus do sikhismo, recolhidas no livro sagrado dos sikhs, o Guru Granth Sahib, considerado o décimo-primeiro e último Guru, que não pode “tocar” o chão. Para o sikhismo, Deus é eterno e sem forma, sendo impossível captá-lo em toda a sua essência. Ele foi o criador do mundo e dos seres humanos e deve ser alvo de devoção e de amor por parte dos humanos, que o “espelham” em seus semblantes. O sikhismo ensina que os seres humanos estão separados de Deus devido ao egocentrismo que os caracteriza. Esse egocentrismo (haumai) faz com que os seres humanos permaneçam presos no ciclo dos renascimentos (samsara) e não alcancem a libertação, que no sikhismo é entendida como a união com Deus, daí a idéia de reencarnação, como havia nos saduceus, e há nos Hare-Krishnas modernos. Os sikhs acreditam no karma, segundo o qual as ações positivas geram frutos positivos e permitem alcançar uma vida melhor e o progresso espiritual; a prática de ações negativas leva à infelicidade e ao renascer em formas consideradas inferiores, como em forma de planta ou de animal. Deus revela-se aos homens através da sua graça (Nadar), permitindo a estes alcançar a salvação. O teor divino dá-se a ouvir, revelando-se enquanto nome. Segundo os ensinamentos do Guru Nanak e dos outros gurus, apenas a recordação constante do nome (nam simaram) e a repetição murmurada do nome (nam japam) permitem os seres humanos libertar-se do haumai. RITUALÍSTICA DO SIQUISMO O sikhismo coloca ênfase em três deveres, descritos como os Três Pilares do sikhismo: Manter Deus presente na mente em todos os momentos (Nam Japam); Alcançar o sustento através da prática de trabalho honesto (Kirt Karni); Partilhar os frutos do trabalho com aqueles que necessitam (Vand Chhakna). O rito principal é o da admissão entre os Khalsa, representação também militarizada dos “puros”, geralmente celebrada na puberdade. O principal templo sikh, Harimandir Sahib (o Templo de Ouro, em Amritsar), é um lugar de peregrinação. Uma intervenção de tropas indianas ordenada por Indira Gandhi no início dos anos 80 levou à revolta dos sikhs e ao assassinato da primeira-ministra indiana em 1984. ORIGEM SÓCIO HISTÓRICA DO SIQUISMO “O último exemplo de uma pretensa organização agrária “comunista” é o da Índia. Alí, vamos encontrar duas formas dustintas de aldeia. É comum às duas a existência de pastos coletivos e de uma área destinada à horticultura, à semelhança dos germanos, que, aliás, localizavam nela os assalariados e colonos [Dortwurt]. No povoado indiano se encontravam os artesãos, os sacerdotes [que, contrastando com os brâmanes, desempenhavam tão somente, um papel subordinado], os barbeiros, as lavadeiras e demais tipos de operários alí residentes”. [WEBER, Max. História Geral da Economia. São Paulo: Mestre Jou, 1968 pp.:47] O fundador do sikhismo, o Guru Nanak, nasceu em 1469 na aldeia de Talwandi, localidade que é hoje conhecida como Nankana Sahib e que está situada a cerca de 65 quilómetros da cidade paquistanesa de Lahore. Pertencia a uma família hindu da casta comerciante dos Khatri. Uma série de relatos lendários sobre o seu nascimento, os Janamsakhi, escritos cerca de cinquenta anos depois da sua morte, apresentam Nanak como um jovem que gostava da oração e de ler os textos dos sábios do seu tempo. Após quatro grandes viagens (chamadas Udasis) em direcções opostas, que terão incluído o Tibete, Ceilão, Bengala, Meca e Bagdade, o Guru Nanak pregou a hindus e muçulmanos, captando assim um grupo numeroso de discípulos (sikhs). Segundo os seus ensinamentos, a religião deveria ser um meio de união entre os seres humanos, mas, na prática, esta parecia como que confrontar as pessoas. Neste sentido, lamentava de forma especial os enfrentamentos entre hindus e muçulmanos, assim como as práticas de carácter ritual que apartavam o ser humano da busca do divino. A sua intenção era chegar a uma realidade mais além das diferenças superficiais entre as duas religiões, e daí a sua famosa máxima “Não há hindus, não há muçulmanos” (Puratan Janam-sakhi). O Guru Nanak instituiu o sistema do langar (“cozinha” ou “refeitório comunitário”) que se perpetuou até aos nossos dias. O objectivo desta instituição foi fomentar a fraternidade e a igualdade entre os seres humanos. No langar prepara-se o karah prasad, uma refeição sagrada feita à base de farinha, açúcar e manteiga batida. Todos os participantes numa cerimónia religiosa de um templo sikh recebem este alimento, sem distinção de casta, nível económico ou crenças religiosas. “A group of disciples attached to Guru Nanak’s simple way of prayer and honest practice had come into being in Sultanpur [...] Bhagirath, who libed in the neighbouring village of Malsian [...]A voice spoke to him that all his wanderings would cease if he were only to make a trip to Sultanpur and meet there Guru Nanak, who was a chosen being”.[Harbans Singh; 1969,93] Após a morte do Guru Nanak sucederam-se nove gurus. Cada um deles contribuiu para a consolidação da religião e da identidade sikh. Nanak nomeou como seu sucessor não o seu filho, mas um dos seus discípulos mais próximos, Lehna, a quem ele chamou de Angad (“um outro eu”). O Guru Angad (1504/1539-1552) dotou a língua panjabi da escrita gurmukhi. O Guru Amar Das (1479/1552-1574) aboliu entre os sikhs a prática hindu da sati (o sacrifício das viúvas), bem como o uso do véu (purdah) pelas mulheres. Criou também vinte e dois distritos de pregação. O Guru Ram Das (1534/1574-1581) comprou um terreno onde mandou escavar um tanque, o Amritsar (“tanque da Ambrosia”), na origem do nome da actual cidade do Penjabe. O Guru Arjun (1563/1581-1606) ordenou em 1589 a construção, no meio do tanque de Amritsar, do primeiro templo sikh, o Harmandir (“Templo de Hari”), hoje conhecido como o Templo de Ouro. Ele também compilou o livro sagrado da religião, o Guru Granth Sahib, e mandou instalá-lo no templo. Os mogóis, senhores do Punjabe nesta época, reagem com hostilidade ao crescimento da comunidade sikh, tendo o Guru Arjun sido detido e morto pelo imperador mogol Jehangir. O Guru Hargobind (1595/1606-1645), perante a perseguição movida aos sikhs, militarizou a religião. Ele acrescentou uma segunda espada à que os cinco gurus já tinham usado. O uso das duas espadas pelo guru representou a concentração na sua pessoa de dois tipos de autoridade, a espiritual (piri) e a temporal (miri). Desenvolveu-se desta forma a ideia da guerra como acto de auto-defesa da comunidade sikh e como garante da ordem e da justiça. Os dois gurus que o sucederam, o Guru Har Rai (1630/1644-1661) e o Guru Har Khrishan (1656/1661-1664) tiveram uma liderança apolítica. O primeiro tinha um carácter contemplativo e interessou-se pouco pelo aspecto temporal da religião, enquanto que o segundo foi Guru por apenas três anos. O Guru Tegh Behadur (1622/1664-1676) recusou converter-se ao islão, tendo sido por esta razão executado pelo imperador mogol Aurangzeb. O décimo Guru sikh, Gobind Singh (1666/1676-1708), fundou a ordem militar dos Khalsa e criou um rito de iniciação chamado amrit, também conhecido como khande de pahul. Amrit designa a água açucarada, mexida com o sabre de dois gumes, que o iniciado e os outros participantes na cerimónia devem beber. O século XVIII ficou marcado pela ascensão política do sikhs no Punjabe. Em 1801 Ranjit Singh fundou o reino de Lahore que durou até 1849, ano em que foi anexado pelos britânicos. Em 1873 a comunidade sikh agrupou-se na Singh Sabha (“Assembleia dos Leões”), um órgão criado como forma de garantir os interesses da comunidade sikh no Punjabe de finais do século XIX, marcado pelo revivalismo religioso islâmico e hindu, bem como pela acção dos missionários cristãos. Em 1920 os sikhs criaram um partido político, o Akali Dal (“Partidários do Intemporal”) como o propósito de assegurarem os seus interesses. Este partido opôs-se à partilha do Punjabe entre a Índia e o Paquistão, facto que se consumou em 1947. A maior parte dos sikhs que viviam no território actualmente paquistanês migraram para a Índia aquando da separação como forma de evitar a perseguição religiosa. ELEMENTOS SAGRADOS DENTRO DO SIQUISMO [língua, política] Também denominado Adi Granth (“Livro do Começo”, “Livro Original”), o Guru Granth Sahib (“o Senhor Mestre Livro”) é o livro sagrado do sikhismo. O décimo guru ordenou antes de falecer que este fosse considerado como o guru eterno, o único guia espiritual. Trata-se de uma colectânea em panjabi dos hinos religiosos do Guru Nanak e dos seus sucessores, bem como de textos de poetas hindus e muçulmanos. Os sikhs particularmente devotos dedicam-se a ler ininterruptamente as 1430 páginas do livro. Cada casa e cada templo sikh possui o seu exemplar. Outros escritos sagrados da religião são o Dasam Granth (“Livro do Décimo Guru”) e as composições de Bhai Gurdas e Bhai Nand Lal (Bhai, “Irmão”). Os templos sikhs recebem o nome de gurdwaras (anglicização de gurdvârâ, “a porta do Mestre”). Neles ocupa um lugar de privilégio o livro sagrado, o Guru Granth Sahib. A arquitectura destes templos reflecte um estilo mogol tardio influenciado pelo estilo hindu. Não existem neles estátuas e estes não têm qualquer orientação especial. Visitar diariamente o gurdwara é um dever religioso de todos os sikhs. Está aberto a pessoas de outras religiões, mas todos os visitantes devem trazer a cabeça coberta, descalçar os sapatos e lavar os pés antes de nele penetrarem. Após o nascimento de uma criança sikh é hábito levá-la a um templo de reuniões chamado gurdwara, onde se abre o Guru Granth Sahib numa página ao acaso para escolher um nome. O nome da criança começará pela primeira letra da primeira palavra da página do lado esquerdo, na parte em que o livro foi aberto. Uma das cerimônias mais importantes do sikhismo é a iniciação na ordem Khalsa. Os sikhs que participaram na cerimónia amrit (ou seja, na cerimónia onde bebem a bebida açucarada mexida por um sabre de dois gumes), recebem o título amritdhari (“portador do néctar”) e novos nomes, passando a usar os chamados Cinco Cás (K). Os sikhs que ainda não foram iniciados nesta cerimónia são chamados sahajdhari. Os homens sikhs utilizam o apelido (sobrenome) Singh (“Leão”) depois do nome próprio. As mulheres utilizam Kaur (“Princesa”) como segundo nome. A não aceitação pelos sikhs do sistema de castas reflecte-se no facto de muitos sikhs preferirem evitar o uso do apelido, muito ligado à identificação das castas, utilizando somente o seu nome individual seguido de Singh ou Kaur. O homem sikh com barba e turbante.Os homens seguram o cabelo com um turbante (que pode ser branco ou de cor), enquanto que as mulheres utilizam um lenço. Aqueles que cortaram o cabelo ou a barba são chamados pelos ortodoxos patit, isto, é “decaídos” ou “renegados”. Durante uma cerimónia de casamento sikh (Anand Karaj) os noivos devem dar quatro voltas em torno do Guru Granth Sahib, sendo cada uma dessa voltas acompanhada pelo canto de um hino religioso. A cerimónia é conduzida por um homem ou mulher que foi iniciado na Khalasa. Esta pessoa explica aos noivos os seus deveres matrimoniais. Os rituais funerários dos sikhs consistem na recitação de hinos até o corpo estar pronto para a cremação. Uma oração final é dita momentos antes de se cremar o corpo. As cinzas são em geral colocadas nos rios, como o Ganges. Festas religiosasAs principais hihi festas religiosas do sikhismo ocorrem por altura do aniversário do nascimento dos gurus, em particular do Guru Nanak (meados de Novembro) e do Guru Gobind Singh (meados de Junho). Os sikhs (ou siques) também celebram o Hola Maholla (meados de Março), que coincide com o festival hindu das cores, o Holi. Durante este festival os sikhs realizam desfiles militares e espectáculos de artes marciais. Outras festas incluem a celebração da instituição do Khalasa, do Ano Novo (Vaisakhi ou Baisakhi, kjkijoiju a meio de Abril) e dos martírios do Guru Arjun (7 de Junho), do Guru Tegh Bahadur (3 de Novembro) e dos dois filhos do Guru Gobind Singh. O sikhismo hojeO número de sikhs no mundo é estimado em cerca de 23 milhões, o que fará do sikhismo a quinta maior religião mundial em número de aderentes. É estimado que 19 milhões vivem na Índia, concentrados, em sua maioria, no estado do Panjabi. Existem numerosas comunidades sikhs no Reino Unido, nos Estados Unidos e no Canadá. Também são uma minoria importante na Malásia e Singapura. A forma literária da língua punjabi, escrita no alfabeto gurmukhi, está muito ligada à religião sikh. De facto, os falantes de panjabi hindus ou muçulmanos utilizam geralmente o hindi e o urdu, respectivamente, como línguas escritas. São principalmente os sikhs quem escreve em panjabi. Após as eleições indianas de 2004, o Dr. Manmohan Singh tornou-se o primeiro sikh que ocupa o posto de Primeiro Ministro da Índia. É também o primeiro não hindu a ocupar o cargo. REFERÊNCIAS CROUZET, Maurice. História Geral das Civilizações. O Oriente e a Frécia Antiga. O Homem no Oriente Próximo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1993 pp.:208-209; WEBER, Max. História Geral da Economia. São Paulo: Mestre Jou, 1968 pp.:47; SINGH, Harbans. Guru Nanak and Origins of the Sikh Faith. India, Patiala: Thomson Press, 1969. O Sikhismo consegue a “proeza” de aceitar os “impuros” que o hinduísmo renega, promover igualdade entre homens e mulheres, aceitar diferenças de idéias, religiões, orientações sexuais, etc., melhor que religiões ocidentais e do que o Islã. Nesse ítem, o Sikhismo é uma revolução [embora não seja unanimidade, pois há e houveram Sikhs radicais em épocas anteriores], com mais frutos benéfico e práticos, do que outras que se afirmam pela repetição dos discursos, vaidades e do “comichão nos ouvidos”, como cita o Novo Testamento. Ou seja, menos falácia e mais ação em prol do próximo. [marcusvallerius@facebook.com]